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Concreto Celular & Concreto Leve ECOPORE

LEVE, ISOLANTE TÉRMICO E ACÚSTICO, ÓTIMA RELAÇÃO CUSTO-BENEFÍCIO, ECOLOGICAMENTE CORRETO!

Concreto Celular ECOPORE

Os concretos de baixo peso (baixa densidade) mais conhecidos são o concreto celular / concreto expandido e os concreto leves produzidos com agregados leves, tais como: cinzas volantes, eps, perlita, vermiculita e argila expandida entre outros.

Os concretos leves são reconhecidos pelo seu reduzido peso específico e elevada capacidade de isolamento térmico e acústico.

O concreto celular é um tipo de concreto leve que resulta da pega de uma mistura composta de aglomerantes e agregados finos, que sofre tratamentos mecânicos, físicos ou químicos, destinado a criar na sua massa uma alta porcentagem de poros esféricos, de dimensão regular e milimétrica, uniformemente distribuídos, que permanecem estáveis, incomunicáveis e indeformáveis durante todo o processo, resultando numa massa específica aparente seca inferior a 1850 kg/m³ e superior a 300 kg/m³; enquanto os concretos normais possuem sua densidade variando entre 2300 e 2500 kg/m³.

Concreto Celular ECOPORE

Concreto Celular Ecopore é um material de construção com poros artificiais, ou seja, células de ar fechadas, uniformemente distribuídas (poros), obtido como resultado da solidificação da mistura composta de um aglutinante, componente de sílica, espuma técnica, aditivos químicos e água.

Utilizado desde a década de 50 nos EUA e alguns anos mais tarde na Europa, o concreto celular, é um concreto leve e fluído que contém células e ar uniformemente distribuídas na mistura através de um agente espumígeno. As características particulares da espuma formam uma massa com minipartículas de ar e transferem ao produto final alta capacidade de isolamento térmico e acústico. Misturando a espuma com cimento e areia em proporções experimentadas, obtem-se uma ampla gama de aplicações.

Nos últimos anos, o concreto leve com adição de espuma, ou concreto celular espumoso, vem sendo utilizado no Brasil na produção de vedações verticais, como resultado de buscas de alternativas para reduzir a geração de entulho e desperdício de material em geral. Dentre os diferentes processos construtivos, o que emprega a concretagem das paredes in loco tem se mostrado muito competitivo com relação à otimização do sistema construtivo.

Por possuir baixo peso específico, tem a capacidade de ser produzido em condições operacionais elementares, não necessitando de equipamentos especiais (só o gerador de espuma) ou mão de obra especializada, é auto-nivelante, não tem necessidade de vibração e a cura é feita em condições atmosféricas normais.

Graças à extraordinária leveza pela incorporação de ar, este concreto celular é usado para o preenchimento de vãos de lajes, como isolante térmico, e na proteção mecânica de camadas impermeabilizantes. Com finalidades estruturais, o concreto celular pode ser empregado com grande eficiência na execução de paredes estruturais (portantes) de edifícios ou paredes de vedação, assim como nas paredes de casas de 1 ou 2 pisos. Pode-se construir edifícios de 4 ou 5 pisos com paredes de pouca espessura, 15 cm, por exemplo. Outro fator de excelente desempenho do concreto celular, especialmente para paredes de edificações, é o que se refere ao seu grau de isolamento térmico e acústico.

Por se tratar de um material de rápida produção e aplicação, alta fluidez (moldado sem a necessidade de adensamento), além de características isolantes térmicas e acústicas (graças a incorporação de ar), apresenta-se como uma excelente opção para execução de paredes estruturais ou de vedação.


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